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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

LANÇAMENTO DE DOCUMENTÁRIO EM SUMARÉ



No dia 22 de janeiro ás 18h00min será realizada a exibição do terceiro documentário do Movimento. O evento será realizado no Anfiteatro do Seminário no Centro Administrativo de Sumaré - SP

Conto com a presença e a ajuda na divulgação de todos vocês

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Carta aberta de representantes da sociedade civil à Presidente Dilma Roussef e à Ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda




Reproduzo abaixo, a Carta de representantes da sociedade civil à Presidente Dilma Roussef e à Ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda, elaborada em função da sucessão ministerial:


Carta aberta de representantes da sociedade civil à Presidente Dilma Roussef e à Ministra da Cultura Ana Buarque de Hollanda


Nós, pessoas e organizações da sociedade civil abaixo-assinadas, explicitamos nesta carta expectativas e pautas relativas à formulação de politicas públicas para a cultura, dando as boas-vindas à Ministra Ana de Hollanda, primeira mulher a ocupar o cargo.


Escrevemos no intuito de cooperar com sua gestão que se inicia, como viemos fazendo nos últimos oito anos de Ministério da Cultura, certos de que a presidente Dilma deseja que as políticas e diretrizes que fizeram o MinC ganhar relevância, projeção e amplo apoio da sociedade civil sejam continuadas e expandidas.


A esse respeito, a presidenta Dilma, bem como o ex-presidente Lula, participaram ativamente nos últimos anos do Fórum Internacional Software Livre em Porto Alegre, onde deixaram claro sua política a respeito da internet, da cultura digital e dos direitos autorais.


Nesse contexto, nos últimos anos, a sociedade civil teve a oportunidade de construir um importante trabalho junto ao governo, que parte de uma visão contemporânea para a formulação de políticas públicas para a cultura. Essa visão considera que nos últimos anos, por causa do avanço das tecnologias da informação e dos programa de inclusão digital, um contingente de milhões de novos criadores passou a fazer parte do tecido cultural brasileiro. São criadores que acessam a rede através das mais de 100 mil lan-houses de todo o país, através dos Pontos de Cultura ou outros programas de inclusão digital, cada um deles exercendo um papel determinante para a formação da cultura do país.


Os Pontos de Cultura, o Fórum da Cultura Digital, o Fórum de Mídia Livre, o desenvolvimento de softwares livres, a iniciativa de revisão da lei de direitos autorais, a recusa a propostas irracionais de criminalização da rede, a construção do Marco Civil da Internet e a rejeição ao ACTA, são exemplos reconhecidos dessa política inclusiva e voltada para o presente, fundamentada na garantia do direito de acesso à Rede e ao conhecimento, viabilizando um ambiente de produção cultural fértil e inovador.


Os pontos positivos dessa política têm sido percebidos tanto no Brasil quanto no exterior, onde o país tem exercido liderança na tentativa de alinhar países em torno da implementação dos pontos da Agenda do Desenvolvimento, visando balancear o sistema internacional de propriedade intelectual de acordo com os diferentes estágios de desenvolvimento dos países e com as novas formas de produção cultural que as tecnologias possibilitam. O país também tem sido frequentemente citado no cenário internacional como referência positiva sobre o uso das tecnologias para a formulação colaborativa e democrática de políticas públicas nessas áreas.


Com sucesso, o país tem dado passos substanciais ao considerar que as tecnologias da informaçao e comunicação desenvolvidas nos últimos anos trazem novos paradigmas para a produção e difusão do conhecimento, com os quais as políticas públicas no âmbito da cultura devem necessariamente dialogar.


Vivemos um momento em que são muitas as tentativas de cerceamento à criatividade, à abertura e à neutralidade da internet. No Brasil, isso se manifesta na chamada “Lei Azeredo” (PL 84/99), assim conhecida por conta de seu principal apoiador, o ex-Senador Eduardo Azeredo. Tal proposta encontrou relevante resistência por parte da sociedade civil. Apenas uma petição alcançou mais de 160 mil assinaturas contrárias, o que fez com que sua aprovação fosse devidamente suspensa e um debate maior iniciado.


Entendemos que a legislação de direitos autorais atualmente em vigor no Brasil é inadequada para representar a pluralidade de interesses e práticas que giram em torno das economias intelectuais. A esse respeito, a lei brasileira adota padrões exacerbados de proteção, sendo significativamente mais restritiva do que o exigido pelos tratados internacionais ou mesmo que a legislação da maior parte dos países desenvolvidos (como EUA e Europa). Com isso, ela representa hoje significativos entraves para a educação, inovação, desenvolvimento e o acesso, justo ou remunerado, às obras intelectuais.


Há também a necessidade de regulação do ECAD – entidade que arrecada mais de R$400 milhões por ano, em nome de todos os músicos do país e cujas atividades não estão sujeitas a nenhum escrutínio público. Vale lembrar que o ECAD foi alvo de CPIs, bem como encontra-se sob investigação da Secretaria de Direito Econômico, por suspeita de conduta lesiva à concorrência. Acreditamos que garantir maior transparência e escrutínio ao seu funcionamento só trará benefícios para toda a cadeia da música no país, fortalecendo o ECAD enquanto instituição e dificultando sua captura por grupos particulares.


A esse respeito, o MinC realizou extensivo processo de consulta pública para a reforma da Lei de Direitos Autorais, que teve curso ao longo dos últimos anos, contando com seminários e debates realizados em todo o país. Esse processo, concluído ainda em 2010, culminou com a consulta pública para a reforma da Lei de Direitos Autorais, realizada oficialmente pela Casa Civil através da internet.


Os resultados, tanto dos debates como da consulta pública, são riquíssimos. A sociedade brasileira teve a inédita oportunidade de participar e opinar sobre esse tema, e foram muitas as contribuições fundamentadas, de grande peso. Tememos agora que todo esse processo seja ignorado. Ou ainda, que a participação ampla e aberta da sociedade seja substituída por “comissões de notáves” ou “juristas” responsáveis por dar sua visão parcial sobre o tema. A sociedade brasileira e todos os que tiveram a oportunidade de se manifestar ao longo dos últimos anos não podem e nem devem ser substituídos, menosprezados ou ignorados. O processo de reforma da lei de direitos autorais deve seguir adiante com base nas opiniões amplamente recebidas. Esse é o dever republicano do Ministério da Cultura, independentemente da opinião pessoal daqueles que o dirigem.


Os últimos anos viram um avanço significativo na assimilação por parte do Ministério da Cultura da importância da cultura digital. Esse é um caminho sem volta. Cada vez mais o ambiente digital será determinante e influente, tanto do ponto de vista criativo quanto econômico, na formação da cultura. Dessa forma, é fundamental que o Ministério da Cultura esteja capacitado e atuante para lidar com questões como o software livre, os modelos de licenciamento abertos, a produção colaborativa do conhecimento, as novas economias derivadas da digitalização da música, dos livros e do audiovisual e assim por diante. Muito avanço foi feito nos últimos anos. E ainda há muito a ser feito. Uma mudança de direção por parte do MinC implica perder todo o trabalho realizado, bem como perder uma oportunidade histórica do Brasil liderar, como vem liderando, essa discussão no plano global. Mostrando caminhos e alternativas racionais e inovadores, sem medo de inovar e sem se ater à influência dos modelos pregados pela indústria cultural dos Estados Unidos ou Europa.


Por tudo isso, confiamos que a Ministra da Cultura terá a sensibilidade de entender as transformações que a cultura sofreu nos últimos anos. E que velhas fórmulas não resolverão novos problemas.


Permanecemos à disposição para dar continuidade à nossa cooperação com o Ministério da Cultura, na certeza de que podemos compartilhar nossa visão e objetivos.


Para assinar a carta: http://culturadigital.br/cartaaberta/2010/12/27/carta-de-representantes-da-sociedade-civil-a-presidente-dilma-roussef-e-a-ministra-da-cultura-ana-buarque-de-hollanda/










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João Baptista Pimentel Neto


Diretor de Articulação e Comunicações do CBC - Congresso Brasileiro de Cinema


Diretor de Comunicação do CNC - Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros


Relações Institucionais do Festival de Atibaia Internacional do Audiovisual






Cel: 11.8492.7373


Msn: pimentel439@hotmail.com


Skype: pimentel43


Twitter: pimentel43






FILMES SÃO FEITOS PARA SER

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

BALANÇO DO PÚBLICO NO CINE EVEREST 2010

CINE EEREST 2010

TOTAL DE SESSÕES: 34
PÚBLICO DO ANO: 415
MÉDIA DE 12 PESSOAS POR SESSÃO

CINE LOUSA

TOTAL DE SESSÕES: 3
PÚBLICO: 445

TOTAL DE PESSOAS QUE TIVERAM ACESSO AO PROJETO
860 PESSOAS

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

ÚLTIMA SESSÃO DO ANO

A ÚLTIMA SESSÃO DO ANO, MARCADA PARA AMANHÃ
30 DE DEZEMBRO FOI CANCELADA
O CINE EVEREST VOLTA DIA 03 DE FEVEREIRO DE 2011

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

MATÉRIA DO JORNAL TODO DIA

Luz, câmera... é hora do Cineclube


Hortolandense Wau Marques é escolhido como um dos representantes no Conselho Nacional de Cineclubes

RENATO PEREIRA - REGIÃO





MATÉRIA SOBRE MINHA ENTRADA NA DIRETORIA REGIONAL DO CNC
E OS IMPACTOS NA REGIÃO DAQUI PRA FRENTE





Em tempos onde o 3D é a grande cartada para alavancar o público das salas de cinema e Avatar é o longa que resume a forma com que serão pautadas as produções e o interesse do público por cinema, os tradicionais cineclubes, que tiveram o boom no País na década de 60, mantém-se a todo vapor.
“São esses pontos de cultura que oferecem o cinema de forma mais democrática para a população, e, na verdade, o cinema tem mesmo é que ser democrático”, dispara o coordenador do Cine Everest - um dos dois cineclubes de Hortolândia -, Wau Marques. E Marques fala com propriedade.
Durante a última assembleia do CNC (Conselho Nacional de Cineclubes), para a escolha da diretoria da entidade, Marques foi eleito como um dos dois diretores do CNC da região Sudeste, junto de uma representante de Belo Horizonte. “O conselho já existe há 80 anos. Sofreu um recesso durante a ditadura e foi retomado em 1985 e essa é a primeira vez que eles elegem representantes regionais”, explica.
O congresso reuniu 239 representantes de Cineclubes de 26 estados brasileiros, além de cineclubistas de 31 países que estiveram presentes na 3ª Conferência Mundial de Cineclubismo e da Assembleia Geral da Federação Internacional de Cineclubes, que aconteceram paralelas ao evento do CNC.


PERSPECTIVAS POSITIVAS


Marques não esconde o entusiasmo e se diz disposto a fortalecer o setor, principalmente na região. “A nossa ideia é dar mais atenção para organizar o cineclubismo, principalmente na região. É muito comum existir esses espaços por aqui, mas não oficializados, o que acaba dificultando que façamos algo mais”, comenta. “O CNC está diretamente ligado com o Ministério da Cultura e isso faz com que haja verbas públicas para fortalecer os cineclubes. É importante que criemos essa rede.”
Na visão do coordenador do Cine Everest, o cineclubismo não se limita a exibição de filmes. Para ele, várias atividades relacionadas à produção cinematográfica, como oficinas de produção, de como montar um cineclube são viáveis, e que isso precisa ser trabalhado de uma forma mais ampla.
“Essa representatividade vai fazer com que consigamos articular festivais municipais. Mas para que isso aconteça o cineclube precisa de uma visibilidade maior. O plano é esse. Temos vários produtores de curtas na região e estamos vendo se conseguimos exibi-los”, diz.
marques comemora também o fato de Paulínia, que vem se destacando como produtora e exibidora de cinema nacional, fazer parte da região. “Já queremos criar essa ponte com Paulínia, principalmente para exibição e formação.”
O representante do CNC considera positiva a atuação do órgão no sentido de criar políticas públicas relevantes para a exibição informal de filmes. Ele explica que uma lei que regulamenta a atividade está em dicussão.







sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

PRÓXIMA QUINTA NO CINE EVEREST:

É Proibido Fumar

lançamento: 2009 (Brasil) direção:Anna Muylaert
atores:Gloria Pires, Paulo Miklos, Alessandra Colasanti, Marisa Orth.
duração: 86 min
gênero: Drama

QUINTA, 23 DE DEZEMBRO
HORÁRIO: 20 HORAS
ENTRADA FRANCA
 
SINOPSE
Baby (Glória Pires) vive sozinha no apartamento que herdou da mãe. Ela dá aulas de violão para alguns alunos e vive em atrito com as irmãs. Quando o músico Max (Paulo Miklos) se muda para o apartamento vizinho, Baby vê nele a grande chance de voltar à vida. Para que o romance dê certo ela está disposta a enfrentar qualquer ameaça, inclusive seu vício compulsivo por fumar.

CINE EVEREST
SALÃO COMUNITÁRIO DA SAMEST
RUA PICO DAS BANDEIRAS, 200
JD. EVEREST, HORTOLÂNDIA- SP

REALIZAÇÃO: OCA

www.ocahortolandia.org.br 



segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

PRÓXIMA QUINTA NO CINE EVEREST

PRÓXIMA QUINTA
O CINE EVEREST APRESENTA:

O CHEIRO DO RALO



QUINTA, 16 DE DEZEMBRO
20 HORAS

ENTRADA FRANCA

CINE EVEREST
SALÃO COMUNITÁRIO DA SAMEST
RUA PICO DAS BANDEIRAS, 200
JD. EVEREST
HORTOLÂNDIA, SP

REALIZAÇÃO: OCA - ORGANIZAÇÃO CULTURAL E AMBIENTAL

O Cheiro do Ralo


lançamento: 2007 (Brasil)
direção:Heitor Dhalia
atores:Selton Mello, Paula Braun, Martha Meola, Sílvia Lourenço.
duração: 112 min
gênero: Comédia


Sinopse


Lourenço (Selton Mello) é o dono de uma loja que compra objetos usados. Aos poucos ele desenvolve um jogo com seus clientes, trocando a frieza pelo prazer que sente ao explorá-los, já que sempre estão em sérias dificuldades financeiras. Ao mesmo tempo Lourenço passa a ver as pessoas como se estivessem à venda, identificando-as através de uma característica ou um objeto que lhe é oferecido. Incomodado com o permanente e fedorento cheiro do ralo que existe em sua loja, Lourenço vê seu mundo ruir quando é obrigado a se relacionar com uma das pessoas que julgava controlar.



ENTREVISTA COM SELTON MELLO
Angélica Bito

Você encontrou algo em sua personalidade que o ajudasse a compor Lourenço? O quê?

Eu também sou louco e um pouco neurótico como o Lourenço. Também acho que o trabalho vem sempre em primeiro lugar pra mim.


Qual foi o tipo de preparação que você teve para interpretar Lourenço?
Minha preparação foi mergulhar no livro, me esforçar pra entender a cabeça desse cara.


Na vitrine de personagens que passam pela vida de Lourenço, qual é o seu favorito? Por quê?
A bunda, claro. É a grande paixão do Lourenço e já revela todo esse lado grotesco dele, se apaixonar por um pedaço de carne e não por uma mulher inteira.


Por que O Cheiro do Ralo é um divisor de águas em sua carreira, como você diz no material de divulgação do filme?
Primeiro porque esse é o meu primeiro personagem realmente adulto, um homem com todas as suas contradições. E segundo porque é um filme realmente independente, feito em esquema de guerrilha, com idéias muito ousadas. Quero continuar fazendo esse tipo de cinema.


Ter atuado também como produtor do filme influenciou em seu envolvimento como ator? Como?
Com certeza. Todo mundo no set estava trabalhando com paixão, sem garantia de receber nenhuma grana. Isso fez com que todo mundo se empolgasse e se comprometesse com cada etapa do filme.

O orçamento de O Cheiro do Ralo foi drasticamente diminuído. Como você trabalhou com isso, como produtor?
A gente concentrou toda a filmagem em um galpão na Móoca, o que economizou muito em externas e outras despesas. E o legal é que isso deixou ainda mais forte o espírito do filme.